Wikia Super Saga do Fim do Mundo TMJ
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"Umbra" é a 4ª edição da Super Saga do Fim do Mundo. É a 1ª parte de Umbra e a 4ª edição da 1ª Temporada. É a 74ª edição da Turma da Mônica Jovem.

Sinopse Oficial[]

Uma simples viagem ao interior para a Festa da Jumenta Voadora se transforma numa aventura arrepiante! A galera do Limoeiro vai precisar superar seu medos, enfrentar fantasmas e desvendar um grande mistério...

Capítulos[]

Motivados pela gravação de um documentário para um trabalho de fim de ano da escola, Mônica, Cebola, Cascão, Magali e Quim vão até a cidade de Sococó da Ema para participar da festa do dia da Jumenta Voadora. Nos quadros iniciais, ainda dentro do carro, vemos parte da turma - em especial, Cascão e Mônica - sendo filmados por Cebola, em um registro de making-off da viagem. Em determinado momento, Mônica reclama por estar sendo filmada, enquanto Cebola acaba esbarrando em Quim, que dirige o veículo. Isso faz com que o mesmo chame a atenção do amigo, uma vez que dirigir naquela serra em particular já era uma tarefa difícil por si só. Apenas mais alguns metros adiante, a turma avista na estrada uma placa que indica sua chegada à cidade.

Capítulo 1: Sococó da Ema[]

Eles nem acreditam que finalmente chegaram, Cascão diz que precisa "tirar a água do joelho" com urgência e é seguido pela fala de Mônica, que diz para ele lhe poupar dos detalhes. Neste instante, Cebola vê uma menina no meio da estrada e acaba virando o volante do carro enquanto avisa o que viu, fazendo com que o carro perca a direção e acabe caindo na estrada de baixo, sofrendo uma batida. Já fora do veículo, enquanto Quim pergunta se todos estão bem, Cebola responde gritando com um "Não!", quando um carro aparece de repente e consegue frear a tempo antes de colidir com a turma. Nele, estavam Madame Creuzodete e Berenice que, coincidentemente (ou não), também se dirigiam à cidade para a festa do dia da Jumenta Voadora - ainda que seguindo na direção que Quim apontou ser a errada. Depois de uma breve conversa, Berenice acaba oferecendo uma carona para a turma em seu próprio carro, uma vez que aquele que era dirigido por Quim teria que esperar por um guincho providenciado pela companhia de seguros, a fim de ser rebocado do local do acidente. Magali então se prontifica a esperar com o namorado na estrada, mas ele a tranquiliza e diz que se juntará a todos na cidade assim que tudo for resolvido. A turma, então, segue para Sococó da Ema e acaba parando no meio da comemoração da festa tradicional. Lá, eles encontram Sofia e Denise, que estão trabalhando como segurança e empresária, respectivamente, da dupla sertaneja Zé Beto e Crispiano, amigos de infância do Xaveco que a última encontrou em um churrasco e teria achado "a cara do sucesso". Já que ambas haviam chegado na cidade há mais tempo, Magali pede uma indicação de um hotel onde todos possam se instalar, até que Denise informa que todos os lugares da cidade estão lotados, justamente por causa da festa. É aí que Berenice oferece sua casa para que a turma se instale durante sua estadia no local.

Capítulo 2: A Menina do Lago[]

Depois de chegar e começar a se acomodar na casa de Berenice - que, segundo Cascão, se assemelha a um cenário de filme de terror - Magali comunica a turma que está com uma sensação horrível, como se um deles (com exceção da própria) estivesse "marcado para morrer ali". Passado o espanto, Cebola questiona Berenice sobre um quadro que encontra descoberto em uma das paredes da casa, ao que ela explica que a peça foi comprada por ela na feirinha da praça, há muitos anos, e que se trata da lenda que todo mundo conhece sobre a Jumenta Voadora: um espírito bondoso de luz e amor que não deixa que nada de ruim aconteça com as crianças da cidade. Depois de levar alguns pequenos sustos - como descobrir que a casa não possui wi-fi, TV e nem mesmo sinal de celular na cidade - Berenice organiza os quatro no quarto onde irão passar a noite e recomenda que todos se cubram com lençóis, apesar do calor. Inicialmente, a turma não entende o motivo, até que Cascão sai de debaixo dos lençóis e é atacado por um enxame de pernilongos. Algum tempo depois, os insetos se dispersam e Magali avista, pela janela do cômodo, uma lagoa no quintal da casa. O grupo então resolve sair do lado de dentro para ir se refrescar na lagoa. Este é o momento em que Cebola percebe uma cicatriz que se formou no seu pulso esquerdo, cujo surgimento acaba sendo atribuído ao acidente de carro que sofreram na serra. Em dado instante, o próprio começa a relembrar o ocorrido em voz alta, até que uma menina aparece de repente ao seu lado, dizendo que aquele lugar maravilhoso (o lago em que estavam) havia sido o local da sua morte. Cebola se assusta e começa a questioná-la, mas em vão, pois ela desaparece da mesma forma que surgiu ali: do nada.

Capítulo 3: Realidades Paralelas[]

No dia seguinte, Berenice retorna até sua casa para buscar todos e percebe uma expressão preocupada no rosto de Cebola, que a questiona sobre alguém já ter morrido no lago onde se banharam na noite anterior, ao que a mesma responde que sim, uma vez que não se tratava de um lago como pensavam até o momento, e sim de um rio. Ela também diz que o corpo d'água é muito fundo e escuro, além de possuir correntezas, e que sim, pessoas já haviam morrido ali. Magali indaga o amigo sobre sua pergunta, mas ele diz que não é nada demais e então seguem para a cidade no intuito de começar a fazer as filmagens para o documentário. Cascão, na função de cinegrafista, começa a filmar Cebola, enquanto este busca por moradores da cidade que estejam dispostos a dar entrevistas e falar sobre a lenda da Jumenta Voadora. Entre relatos que comparam a figura da Jumenta com a do Papai Noel e destacam seu papel como benfeitora das crianças, surgem também versões sobre uma menina que caiu em um lago ("a menina do quadro"), a lenda do cavalinho de madeira da floresta, e a mais intrigante de todas: a lenda das sete crianças que a Jumenta teria castigado. Durante a entrevista dada por um comerciante local, que dizia que a Jumenta era apenas o apelido de uma moça que distribuía comida para as crianças pobres da cidade, um dos moradores próximos ouve suas palavras e se revolta, dizendo que tudo aquilo era apenas uma farsa, um monte de mentiras propagadas com o objetivo de realizar a festa e, com ela, ganhar dinheiro com os turistas. O homem também diz que o que havia realmente acontecido ali foi uma tragédia sobre a qual ninguém tinha coragem de falar, que seus filhos haviam desaparecido e que nada se encontrava enterrado no cemitério. Cebola então se dirige até a biblioteca da cidade para pesquisar mais sobre o assunto, dizendo que aquela era a chance de transformar aquele projeto em um sucesso.

Enquanto isso, na tenda da Madame Creuzodete, Magali agradece a cartomante por tê-la permitido usar seu telefone para se comunicar com Quim - que, naquele momento, se encontrava na cidade vizinha aguardando o conserto do carro para finalmente voltar à Sococó da Ema - até que a mulher pergunta se está tudo bem, recebendo um não como resposta. Magali então explica sobre a sensação estranha que estava preocupando-a, assim como o questionamento de Cebola sobre pessoas terem morrido no rio. Depois de mencionar a tensão que todos vivenciaram durante o dia das bruxas no ano anterior (Dia das Bruxas, edição nº 63) Magali também diz que teme a aparição de algum espírito ruim, ao que Madame Creuzodete a tranquiliza ao explicar que, enquanto espíritos maus são atraídos por coisas ruins (como ódio, brigas, vícios, traição, etc), espíritos bons são atraídos por coisas boas (como felicidade, arte, música e, principalmente, por pessoas alegres como a própria Magali).

Ao passo que observa o ensaio de Zé Beto e Crispiano, Mônica encontra Denise e oferece sua ajuda para os preparativos do show da dupla naquela noite, ao que a mesma responde que a amiga poderia prover auxiliando Sofia e Quibes (outra pessoa da produção), que estavam cuidando de todo o trabalho pesado até o momento. Depois da breve conversa entre as duas, Denise diz que tem que correr até a gráfica da cidade para buscar alguns panfletos que havia encomendado para a apresentação, até que atravessa a rua sem olhar e acaba sendo quase atropelada por uma caminhonete. O motorista consegue frear o veículo a tempo e então sai para ajudá-la, enquanto profere uma série de reclamações na direção dela, que se encontrava caída no chão. Ele então a reconhece e a beija, dizendo coisas sem sentido que acabam sendo correspondidas pela mesma com uma vigorosa bofetada. Depois de ser repreendido - desta vez, verbalmente - o homem se desculpa e diz que acabou confundindo-a com outra pessoa: sua namorada. Sem se identificar, ele se desculpa novamente, entra em sua caminhonete e vai embora, deixando uma Denise muito confusa para trás.

Capítulo 4: Filhos de Umbra[]

Depois de serem novamente deixados na casa de Berenice pela própria, ela se despede de todos e recomenda que não voltem a nadar no rio, uma vez que aquilo era perigoso. A turma concorda e então decidem ir para o quarto dormir, com a exceção de Cebola, que resolve permanecer mais um tempo acordado para fazer mais pesquisas nos livros que encontrou na biblioteca da cidade. Instantes depois, ele é atraído pelo que parece ser uma voz sussurando "Não! Não! Não", até que vai em um dos cômodos e encontra um menino no chão, de joelhos, com um violino a sua frente. Se trata de Violinista, um dos Filhos de Umbra, que diz que na próxima vez que tocar o instrumento, será para anunciar a morte de um deles. Ele também diz que não há nada que ele possa fazer e que "o mal é inevitável". Até que sua voz irrompe em um grito e diz "A SERPENTE ESTÁ VOLTANDO!". Cebola então se recompõe e corre para o quarto onde a turma se encontra para acordá-los, quando se depara com mais três dos Filhos de Umbra (Porta-voz, Perna de pau e Absinto) pairando sobre a cama onde os três dormem. Ele grita para que deixem seus amigos em paz e então eles acordam, questionando o que estava acontecendo e o motivo do seu espanto. Cebola explica o que viu e então Mônica tenta tranquilizá-lo, dizendo que não havia fantasma nenhum ali. Neste momento, seis formas se erguem por debaixo dos lençóis e assustam todos, que gritam e começam a tentar fugir pela casa. Depois de (Mônica) tentar combatê-los sem sucesso, Magali corre até a cozinha e tem a ideia de usar sal grosso - que, segundo sua Tia Nena, tem o poder de afastar espíritos - para manter os fantasmas longe. A turma então faz um círculo de sal grosso em torno de si e permanecem dentro dele até o dia seguinte, quando Berenice retorna para buscá-los.

Capítulo 5: A Porta para Lugar Nenhum[]

Depois de ficar sabendo sobre tudo o que se passou com a turma durante a noite, Berenice decide contar tudo que sabe e os leva ao penhasco onde a menina do lago faleceu. Ela então conta que, há duas décadas, naquela mesma época do ano, uma linda e inocente menina atravessava a floresta para participar de uma festa à fantasia que estava acontecendo na cidade, até que foi aterrorizada por um grupo de sete crianças (também fantasiadas) que puseram um crânio de jumenta em sua cabeça. Correndo assustada sem enxergar nada na escuridão da noite, a menina acabou indo em direção ao penhasco, e caiu de lá. Ao ser questionada sobre o motivo pelo qual as crianças puseram um crânio de jumenta na cabeça da menina, Berenice explica que a mesma se tratava da filha da Jumenta Voadora: uma boa moça que ajudava as crianças carentes da cidade, distribuindo comida para elas em tapauers. Ela também explica que a mulher ficou assim conhecida porque, no seu quintal, havia um cavalinho alado de madeira cujas orelhas eram grandes demais. Após explicar essa parte da história, Berenice leva a turma para a casa onde a Jumenta Voadora morava, que havia sido destruída por um incêndio que, misteriosamente, deixou intacta apenas uma porta vermelha; atrás do objeto, apenas um cemitério simbólico para as sete crianças que haviam desaparecido depois do ocorrido. Ela menciona também que os moradores da cidade dizem que as mesmas viraram espíritos malignos que assombravam a alma da menina, nas florestas, e que foram apelidadas de "Filhos de Umbra". Depois de elencar os apelidos das sete crianças, Porta-voz possui o corpo de Magali e, através da mesma, diz: "Eu vejo a chuva. Eu ouço um trovão. Eu vejo um beco escuro. Eu vejo a solidão. Eu ouço passos correndo na noite. Eu vejo desespero..." . E então, apontando para o Cebola: "Eu vejo você...morrendo na escuridão!". Segundos depois, Magali volta a si e não consegue se lembrar de nada do que aconteceu. A turma e Berenice então decidem ir embora daquele lugar.

Enquanto isso, na cidade, Denise é abordada pelo homem que quase a atropelou enquanto descansa. Após se espantar com sua proximidade repentina, ela dá um soco no até então desconhecido, que depois de se recuperar do golpe se apresenta como Xavecão, primo do Xaveco. Ele se desculpa outra vez pelo beijo do dia anterior, mencionando novamente a semelhança existente entre ela e sua namorada, o que a leva a questionar o fato das duas terem o mesmo nome. Xavecão então diz que é uma longa história, acrescentando que a cidade continuava a mesma desde a última vez em que esteve ali. Denise pergunta se o mesmo estava fora e ele responde que sim, mas ao fazer menção de revelar o motivo de sua volta, acaba desistindo; ele também diz que não pode discutir isso, uma vez que poderia complicar ainda mais as coisas. Denise então se despede dele, não antes de convidá-lo para o show que aconteceria naquela noite. O mesmo pergunta se Cebola estaria lá, e ao receber uma resposta afirmativa, ela questiona o motivo do seu interesse. Ele diz que já fazia tempo desde que não o via, e então os dois finalmente se despedem. Ao ficar sozinho, os olhos de Xavecão lacrimejam, e ele pede para que Deus lhe dê forças.

Capítulo 6: A História se Repete[]

No mesmo dia do capítulo anterior, já durante a noite, a turma decide se arrumar para ir à festa na praça da cidade e se divertir um pouco. Cebola, porém, sob o pretexto de editar os vídeos que foram filmados para o documentário, diz que vai permanecer na casa. Assim que Mônica, Magali e Cascão deixam o local, ele quebra uma das barreiras de sal grosso que foram colocadas na janela - no intuito de afastar os fantasmas - e saca sua câmera, dizendo para os Filhos de Umbra "darem um show" na frente do objeto.

Enquanto isso, na praça da cidade, a dupla Zé Beto e Crispiano se apresenta e o restante da turma se encontra com Sofia e Denise, que logo os apresenta para Xavecão. Ele então abraça a todos e pergunta por Cebola. Quando Cascão explica que o mesmo não pôde ir por ter ficado na casa editando os vídeos do projeto, Xavecão se desespera, dizendo que não deviam tê-lo deixado sozinho e que, naquele momento, a história estava se repetindo. Ele parte sem dar mais explicações sobre sua reação e deixa a turma preocupada para trás.

Floresta adentro, Cebola se encontra diante da porta vermelha, único remanescente da casa que pertenceu à mulher que ficou conhecida como Jumenta Voadora. Enquanto busca se orientar, ele parece pedir orientação a alguém. Nas suas mãos, há uma chave feita de ossos, cuja forma se assemelha à cicatriz existente no seu pulso e também às cruzes de madeira no cemitério simbólico atrás da porta. Sozinha em sua tenda, Madame Creuzodete retira a carta de tarô que representa a morte, e se assusta. A medida em que Cebola gira a chave de ossos na maçaneta da porta, ela grita "NÃO ABRA A PORTA! A SERPENTE ESTÁ VOLTANDO!", e então sua bola de cristal se quebra em pedaços. Repentinamente, começa a chover. Sentados em uma mesa, todos se dão conta do abrupto silêncio que surgiu no ambiente, até que Mônica aponta para a figura do Violinista no meio do palco. Ele diz que tentou avisar a todos que deveriam ir embora, mas que, naquele momento, já era tarde demais. Ele então começa a tocar seu instrumento enquanto a turma se desespera e começa a chorar por Cebola, que por sua vez é mostrado de costas, caído no chão do cemitério que se encontra atrás da porta vermelha.

Personagens[]

Principais[]

Secundários[]

Mencionados[]

Partes[]

Emerson usou as duas partes da história, intitulada como Umbra: mistério revelado e Umbra: a última batalha.

Sequência perdida[]

Emerson de Abreu teria anunciado uma possível sequência da história, intitulada como O retorno de Umbra, nas partes 1, 2 e 3.

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